A ilusão dos dados como o ativo principal de Inteligência Artificial

A todo momento vemos artigos e análises trazendo a relevância dos dados, como o principal ativo da Tecnologia da Informação (TI).

Entretanto, minha visão é diferente.

Em primeiro lugar, penso que a própria TI passa por uma evolução para Tecnologia da Inteligência, como prefiro referir.

Sim, a inteligência é que é o principal ativo, e os dados já foram no passado, e cada vez mais serão apenas commodities.

Acredito que o erro de visão atual esteja no fato de que concentramos todas expectativas de inteligência sobre a inteligência de máquina, principalmente o aprendizado supervisionado.

Mas a Inteligência Artificial será cada vez muito mais que isso, pois vivemos uma era onde a criatividade e a inovação ganham força cada vez mais, e justamente o potencial de encontrar solução para que as máquinas sejam inteligentes no nível humano será cada vez menos dependente dos dados em si, como é exatamente o nosso caso.

Na verdade, estaremos migrando de uma capacidade do modelar nosso cérebro para modelar nossa mente, até mesmo com consciência artificial, o que muda completamente o jogo.

Dessa forma, para mim o verdadeiro ativo está na capacidade dos times de sua organização em criarem produtos realmente inteligentes.

E não vejo formas de fazer isso mais eficazes hoje do que investir em uma parceria desses times com as máquinas, envolvidos em projetos de Inteligência Artificial que realmente sejam o ativo digital, ou real state, se você preferir, que tanto as organizações buscam hoje.

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Rogerio Figurelli – @ 2018-08-09

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Games Help Trace the Progress of AI

“Considering this, an AI called Libratus made the next breakthrough in artificial intelligence research by beating the best players at Texas Hold ‘Em poker. Developed by researchers at Carnegie Mellon, Libratus showed that AI can compete with humans in situations where it has access to partial information. Libratus used several AI techniques to learn poker and improve its gameplay as it examined the tactics of its human opponents. Real-time video games are the next frontier for AI, and OpenAI isn’t the only organization involved in the field. Facebook has tested teaching AI to play the real-time strategy game StarCraft, and DeepMind has developed an AI that can play the first-person shooter game Quake III. Each game presents its own set of challenges, but the common denominator is that all of them present the AI with environments where they have to make decisions in real time and with incomplete information. Moreover, they give AI an arena where it can test its might against a team of opponents and learn teamwork itself.  For now, no one had developed AI that can beat professional players. But the very fact that AI is competing with humans at such complex games shows how far we’ve come in the field.”

Moreover: https://www.pcmag.com/commentary/362654/why-teaching-ai-to-play-games-is-important

O futuro do trabalho: mentes e dados impulsionando atividades de compras e lazer

“No ano passado, um estudo da empresa de consultoria McKinsey estimou que quase um quarto das atividades de trabalho em Cingapura poderiam ser deslocadas até 2030. Ao mesmo tempo, porém, uma grande quantidade de empregos será criada, com novas tecnologias gerando muito mais empregos do que eles destruíram, apontou o estudo. A introdução do computador pessoal, por exemplo, permitiu a criação de 15,8 milhões de novos empregos nos Estados Unidos nas últimas décadas, mesmo depois de contabilizar os empregos deslocados. Em uma nova série semanal, olhamos para o futuro do trabalho – os empregos emergentes alimentados por avanços tecnológicos que podem nem ter existido há alguns anos, mas devem proliferar na próxima década. Na quinta parte, apresentamos o crescente grupo de cientistas de dados que estão explorando vários fluxos de dados para moldar o comportamento do consumidor.”

Veja mais em: https://www.todayonline.com/singapore/future-work-minds-and-data-powering-your-shopping-ride-hailing-activities

A tecnologia não é mais um facilitador, é a nova estratégia de negócios

“Com um olho no futuro imprevisível, eu humildemente diria a você que não temos o luxo de esperar, assistir e aprender antes de modernizar nossas próprias paisagens de TI para estarmos prontos para o futuro. O ritmo da jornada de modernização é ditado pela paisagem movediça da tecnologia e dos ecossistemas, mas a escolha de agir é nossa. Isso de muitas maneiras é o desafio da liderança de hoje. A tecnologia não é mais um facilitador para a estratégia de negócios, a tecnologia é a nova estratégia de negócios”.

Veja mais em: https://www.bloombergquint.com/markets/2018/05/27/dont-have-luxury-of-time-to-wait-learn-before-modernising-it-landscapes-nasscom-chairman-premji