Inteligência Artificial já realiza tarefas comuns nos escritórios

“O novo software está automatizando as tarefas comuns do escritório em operações como contabilidade, faturamento, pagamentos e atendimento ao cliente. Os programas podem digitalizar documentos, inserir números em planilhas, verificar a exatidão dos registros do cliente e efetuar pagamentos com algumas teclas digitadas no computador.

A tecnologia ainda está em fase embrionária, mas vai melhorar, se aperfeiçoando com o tempo. Até agora, a inteligência artificial está em muitas das vezes em projetos-piloto focados em tarefas domésticas, libertando as pessoas de trabalhos penosos e não só eliminando empregos.

Os computadores estão principalmente observando, seguindo regras simples e tomando decisões do tipo “sim ou não”, sem fazer escolhas de alto nível que exijam julgamento e experiência. “Esta é a forma menos inteligente de A.I”, disse Thomas Davenport, professor de tecnologia da informação e administração da Babson College.”

https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2018/08/inteligencia-artificial-ja-realiza-tarefas-comuns-nos-escritorios.html

Anúncios

Da gestão de processos para a gestão de robôs

Com o crescimento exponencial dos recursos de inteligência artificial e ciência de dados para automação de processos, não apenas as tarefas repetitivas são executadas pelas máquinas que criamos, mas também as que exigem cada vez mais o entendimento do negócio e de todo o processo decisório.

Na verdade, estamos migrando, ainda de forma lenta, mas cada vez mais determinística, para o domínio de uma nova competência nas empresas: a gestão de robôs. E se os processos passam a ser apenas atributos das máquinas, podemos abstrair cada vez mais a gestão de processos, pelo menos dentro dos modelos manuais e de design essencialmente humano.

Dessa forma, todo o ferramental de tecnologia, principalmente as antigas plataformas e metodologias, são impactadas para evoluírem para suportarem os processos como produtos cada vez mais padronizados e de prateleira, executados de forma automática e autônoma.

Vivemos a Era dos Robôs, onde buscamos transformar a antiga eficiência da automação, na eficácia da automação da automação.

É evidente que nenhuma empresa, e muito menos seus colaboradores, querem ficar para trás dessa evolução, colocando em risco seus modelos de negócio e competitividade no mercado de trabalho.

Mas o paradoxo é que, na gestão de processos, os seres humanos ainda se mostram altamente competitivos no desenho das camadas mais estratégicas das cadeias de valor, mesmo as mais digitais. Entretanto, é cada vez mais um risco contar com essa realidade, pois as camadas operacionais e táticas já são fortemente pressionadas para enfrentarem o desafio de dominarem não apenas a operação de robôs, mas toda sua gestão, o que envolve atributos como digitalização dos processos e expertise em algoritmos e sistemas, principalmente os baseados em inteligência artificial.

E o que parece muito avançado para a maioria das empresas e profissionais, impactados com essa ruptura na forma de gestão, torna-se cada vez mais uma grande oportunidade de diferenciação competitiva, onde apenas os que dominarem as máquinas inteligentes irão sobreviver.

—–
Por Rogério Figurelli em 18/10/2017

Advocacia-Geral da União na era dos robôs-advogados – Conjur

“O trabalho humano vem sendo desafiado por uma realidade profundamente instável, considerando os enormes avanços tecnológicos das últimas décadas. Essas mudanças alcançam, inclusive, as mais tradicionais áreas de atuação, historicamente assentadas numa relação de confiança entre profissionais e clientes. É nesse panorama que surgiu a expressão “advogado-inteligência-artificial” ou “robô-advogado”, a ser analisada neste artigo.”

Veja mais em: http://www.conjur.com.br/2017-jan-30/rommel-macedo-advocacia-geral-uniao-robos-advogados

How Can The CIO Drive RPA As A Strategic Imperative? – IW

“The growth projections for RPA have created a fair amount of excitement. Spend on RPA tools and services is expected to grow at 60% annually over the next five years according to a new market report published by Transparency Market Research.  However, the RPA growth story has its challenges. While we continue to see initial interest and pilot initiatives amongst buyers to test automation technologies, some struggle to grow initial success into an enterprise level capability.”

Veja mais em: http://www.informationweek.com/strategic-cio/how-can-the-cio-drive-rpa-as-a-strategic-imperative/a/d-id/1327921

Sabedoria Artificial: Descobrindo e superando os paradigmas e limites da Inteligência Artificial

A toda hora vemos as mais variadas notícias sobre a evolução da inteligência artificial, mas a verdade, que poucos comentam, é que, pouco evoluímos em termos de inteligência, e muito evoluímos em termos de processamento de dados. Ou seja, para chegarmos em um cenário real de inteligência artificial forte e genérica, com máquinas que se aproximem da consciência e capacidade cognitiva humana, ou até mesmo que ‘pensem’, como um dia sonhou Alan Turing, ainda estamos muito distantes, embora o caminho para isso esteja cada vez mais sendo traçado.
O que quero dizer é que a inteligência artificial avançou muito em processamento, abrindo as portas para a simulação do nosso cérebro cada vez mais eficiente, mas pouco avançou em termos de criar modelos realmente de como funciona nossa mente, até porque a própria ciência ainda entende muito pouco dela, apesar de tantas evoluções tecnológicas.
Como assim, as máquinas não venceram o campeão mundial do jogo de tabuleiro Go? Sim e dai? É minha resposta. A vinte anos atrás as máquinas venceram o para muitos reconhecido como o maior jogador de Xadrez de todos os tempos, Garry Kasparov, e isso não mudou o cenário da inteligência artificial forte. Mas o Go tem muito mais combinações de jogadas. Pode ser, mas a duração de uma partida é tipicamente de no máximo 180 jogadas, o que para a capacidade de processamento de hoje deixa as coisas muito mais simples.
Mas e robôs como o IBM Watson que ganham competições de perguntas e respostas? Da mesma forma, estamos trabalhando basicamente com a automação das capacidades cognitivas, mas ainda longe do que realmente nossa mente é capaz de fazer quando pensamos em ‘pensar’, embora a meu ver esse seja um problema mais complexo que o dos jogos, pois envolve um número ilimitado de possibilidades.
Fantásticas e criativas mesmo foram as mentes humanas de seus criadores, unindo e compondo em algoritmos modelos tão competitivos como a análise estratégica dos campeões desses jogos, e, na verdade, precisamos evoluir mais em inteligência e sabedoria, e focar menos em processamento, para chegar em inteligência artificial forte e genérica, de fato, como iremos explorar nesse livro.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/dp/B01N5OUBNP/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1484249868&sr=1-1