Muito mais que algoritmos: Inteligência e Consciência Artificial sem Limites

Com a evolução das máquinas, os algoritmos estão na moda, afinal eles parecem terem sido criados para as nossas principais máquinas funcionarem.
E parece que existe algoritmo para tudo.
Mas qual o algoritmo do pensamento em nosso cérebro?
Ou ainda, qual o algoritmo da imaginação em nossa mente?
Seguidamente encontramos no mercado exemplos de aplicação de uma suposta inteligência artificial, baseada em aprendizado de máquina, e algoritmos, na maior parte modelada através de redes neurais artificiais, com propostas de previsão do futuro.
Mas será que as máquinas evoluíram tanto, de fato, a ponto de até mesmo ameaçar a inteligência e sabedoria humana, através de algoritmos?
A verdade é que mesmo com a evolução do aprendizado de máquina, e do potencial de criação de modelos cognitivos tão ou mais competitivos que os humanos – embora gerados justamente por nós, humanos –, ainda estamos engatinhando em Inteligência Artificial, principalmente a Forte e a Genérica.
E talvez um dos grandes desafios e barreiras da Inteligência Artificial Genérica esteja na evolução da Consciência Artificial, devido à realidade de, praticamente, inexistência de modelos para ela.
E essa realidade carrega em si uma boa e uma má notícia, para todos profissionais de mercado, pois existem dois fatores chave que transformam o problemas dos algoritmos, das nossas máquinas, em soluções que demandam muito mais que algoritmos, como tratarei nesse livro.
O primeiro fator é que o futuro não é estático, e cada vez mais se mostra com incerteza e complexidade infinita nos problemas mais complexos, tanto nos negócios como no dia a dia das pessoas.
E o segundo fator é que os problemas complexos da vida real são em sua grande maioria sequenciais e não combinacionais, o que torna os algoritmos, mesmo com as mais avançadas tecnologias de aprendizado de máquina, extremamente limitados.
A boa notícia, para a maioria dos profissionais, portanto, é que a evolução da inteligência das máquinas continua ainda muito mais combinacional que sequencial, e quem tem potencial para mudar isso está concentrado exatamente nesse potencial, buscando algoritmos para resolverem os problemas menos complexos que nós humanos resolvemos no dia a dia.
A má notícia, para a maioria dos profissionais, é que as portas para a criação de sistemas artificiais realmente inteligentes para problemas complexos, e sequenciais, estão se abrindo, principalmente com os avanços na área de consciência artificial.
Mas apesar de as portas começarem a serem abertas, a maior parte dos cientistas está presa aos paradigmas dos algoritmos, na busca da inteligência artificial forte e genérica.
E, para isso, criamos os algoritmos que supomos serem os do pensamento, da imaginação, como as minhas perguntas iniciais, e até mesmo para a personalidade e a consciência.
E esse me parece um caminho muito limitado, o dos algoritmos, pois estamos falando de máquinas que pensam, imaginam, de forma artificial, e que possuem consciência disso, mas com impactos cada vez mais reais, com potencial de solucionar os complexos problemas do dia a dia, tão bem como os humanos, ou até melhor que eles.
Além disso, será que não estamos muito presos copiando a natureza e buscando traduzir ela em algoritmos, quando também podemos evoluir sem depender do que aprendemos dela? Como o próprio caso de algoritmos de redes neurais, ou genéticos, etc.?
O que nos limita para isso, ou seja, para criarmos nossas próprias naturezas e universos, onde não se precise de algoritmos para copiarmos eles, mas de unicamente arquétipos inteligentes de fato, sendo essa nossa única cópia de modelo do criador?
A criação de novos arquétipos é a barreira principal, no meu entender, para atingirmos esse nível de evolução, que permitirá criarmos uma nova geração de máquinas que funcionam sem algoritmos.
E talvez, quando evoluirmos para muito mais que algoritmos, seja possível criar muito mais que a cópia da natureza.

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Consciência Artificial: O futuro da consciência humana e social modelada em robôs

Me parece lógico e racional que as características individuais das máquinas inteligentes, tanto de hardware e software, produzam uma individualidade a partir de um conjunto de regras que podem determinar uma Personalidade Artificial.
E, mais que isso, nada impede que uma Personalidade Real, como a minha ou a sua, caro leitor, possa ser modelada em uma Personalidade Artificial. Na verdade, conseguindo isso, estaremos perpetuando essa foto de nossa personalidade atual, o que no momento parece mais uma obra de ficção.
Entretanto, a Consciência Artificial se mostra muito mais desafiadora que a Personalidade Artificial, principalmente pelo fato de ela poder estar totalmente oculta em nossa mente, ou cérebro.
E a toda hora vemos as mais variadas notícias sobre a evolução da Inteligência Artificial, mas a verdade, que poucos comentam, é que, pouco evoluímos em termos de inteligência, e muito evoluímos em termos de processamento de dados. Ou seja, para chegarmos em um cenário real de inteligência artificial forte e genérica, com máquinas que se aproximem da consciência e capacidade cognitiva humana, ou até mesmo que ‘pensem’, como um dia sonhou Alan Turing, ainda estamos muito distantes, embora o caminho para isso esteja cada vez mais sendo traçado.
O que quero dizer é que a Inteligência Artificial avançou muito em processamento, abrindo as portas para a simulação do nosso cérebro cada vez mais eficiente, mas pouco avançou em termos de criar modelos realmente de como funciona nossa mente, até porque a própria ciência ainda entende muito pouco dela, apesar de tantas evoluções tecnológicas.
E talvez o caminho para atingirmos o próximo nível de evolução, com uma Inteligência Artificial Genérica, seja construirmos modelos de Consciência Artificial, como irei propor nesse livro.

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Advocacia-Geral da União na era dos robôs-advogados – Conjur

“O trabalho humano vem sendo desafiado por uma realidade profundamente instável, considerando os enormes avanços tecnológicos das últimas décadas. Essas mudanças alcançam, inclusive, as mais tradicionais áreas de atuação, historicamente assentadas numa relação de confiança entre profissionais e clientes. É nesse panorama que surgiu a expressão “advogado-inteligência-artificial” ou “robô-advogado”, a ser analisada neste artigo.”

Veja mais em: http://www.conjur.com.br/2017-jan-30/rommel-macedo-advocacia-geral-uniao-robos-advogados

Líderes do mercado acreditam que robôs vão criar empregos, e não cortá-los -OlharDigital

“Segundo Satya Nadella, presidente da Microsoft, “no fim das contas, humanos e máquinas vão trabalhar juntos, e não um contra o outro. Conforme nós construímos mais máquinas autônomas, nós precisamos respeitar a autonomia humana. Robôs colaborativos devem fazer o trabalho perigoso, como mineração, criando assim uma rede de segurança para proteger os trabalhadores humanos”, declarou ainda Nadella. Segundo ele, o grande dilema dos próximos anos é sobre como impor a essas máquinas os valores morais adequados para que humanos e robôs possam trabalhar juntos em harmonia.”

Veja mais em: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/lideres-do-mercado-acreditam-que-robos-vao-criar-empregos-e-nao-corta-los/65471

Funções típicas de advogados já são feitas por softwares e robôs -Exame

“Um em cada quatro empregos conhecidos hoje deverá ser substituído por softwares e robôs até 2025 — e há quem aposte numa proporção ainda maior. O fato é que a tecnologia ameaça não apenas trabalhos braçais, mecânicos e técnicos mas também profissionais de carreiras tradicionais, como medicina, jornalismo, engenharia e, agora, direito. Os robôs estão assumindo cada vez mais funções nos grandes escritórios de advocacia — que, não é de hoje, são tocados como empresas e vivem as mesmas pressões por eficiência de qualquer negócio.”

Veja mais em: http://exame.abril.com.br/revista-exame/deixa-que-o-robo-resolve/