O futuro do trabalho: mentes e dados impulsionando atividades de compras e lazer

“No ano passado, um estudo da empresa de consultoria McKinsey estimou que quase um quarto das atividades de trabalho em Cingapura poderiam ser deslocadas até 2030. Ao mesmo tempo, porém, uma grande quantidade de empregos será criada, com novas tecnologias gerando muito mais empregos do que eles destruíram, apontou o estudo. A introdução do computador pessoal, por exemplo, permitiu a criação de 15,8 milhões de novos empregos nos Estados Unidos nas últimas décadas, mesmo depois de contabilizar os empregos deslocados. Em uma nova série semanal, olhamos para o futuro do trabalho – os empregos emergentes alimentados por avanços tecnológicos que podem nem ter existido há alguns anos, mas devem proliferar na próxima década. Na quinta parte, apresentamos o crescente grupo de cientistas de dados que estão explorando vários fluxos de dados para moldar o comportamento do consumidor.”

Veja mais em: https://www.todayonline.com/singapore/future-work-minds-and-data-powering-your-shopping-ride-hailing-activities

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Por que a Inteligência Artificial criará empregos?

“Há duas razões para que, de novo e de novo, a automação leve a níveis mais amplos de emprego. O primeiro tem a ver com a habilitação de clientes. As novas tecnologias transformam os luxos do passado nas necessidades do presente e requerem trabalho para sustentar essas novas necessidades. A segunda razão tem a ver com a natureza dos empregos. Uma pessoa que realiza um único trabalho executa muitas tarefas diferentes e, embora algumas delas sejam vulneráveis à automação, outras não são. Assim, não é preciso dizer que a IA substituirá muitos empregos mas que a IA pode assumir muitas das tarefas que compõem os trabalhos de hoje.”

Veja mais em: https://www.strategy-business.com/article/Why-AI-Will-Create-Jobs?gko=c2a84

Capital Cognitivo: Quando as pessoas já não são o maior patrimônio das empresas

A nova competição cognitiva não é mais apenas de humanos. Mas de humanos sem e com robôs, parcial ou totalmente, nos mais variados níveis de aderência de insights artificiais.
E nesse cenário, a velha máxima de que duas cabeças pensam melhor que uma ganha novos horizontes, uma vez que o cérebro e a mente artificial se tornam cada vez mais reais.
Considero esse, na verdade, mais um passo da evolução – no caso, de evolução cognitiva –, atuando fortemente no nível tático e estratégico das empresas – e não mais apenas no operacional, como no passado – e em todos demais mercados, onde existam agentes econômicos, como por exemplo o mercado de energia, ou mercado de trabalho, ou ainda mercado de conteúdos na internet, como os próprios e-books.
Sem dúvida temos uma convergência cognitiva de seleção natural e competitividade nos mercados, buscando e elegendo os players ou investidores mais competentes.
O impacto dessa competência no mercado é extremamente significativo, pois pode-se considerar cada vez mais temerário, ou até irresponsável, não examinar e pensar com o máximo de detalhes antes, durante e depois de qualquer operação – ou transação, se você preferir – no mercado.
E a forma de medir esse impacto é monitorar a evolução cognitiva dos mercados nas mais variadas competições de players que fazem parte dele, identificando riscos e oportunidades de poucos vencedores dominarem as ciências cognitivas e seus resultados financeiros.
Com a evolução das máquinas e computadores, principalmente nos últimos anos, nos deparamos com novas camadas de técnicas e sistemas para operação de forma automática, impulsionadas por tecnologias que exploram conceitos de união de arte e ciência cada vez mais novos e desafiadores.
E nesse nível de abstração, feito cada vez mais através da codificação de complexos algoritmos, a maior parte deles fechados, as fronteiras são rompidas a todo momento, aumentando cada vez mais a necessidade de investimentos em tecnologias de hardware, firmware e software por parte dos players e investidores.
Ou seja, o novo Capital Cognitivo.
E a ruptura e quebra de paradigma é que as pessoas já não são o maior patrimônio das empresas, principalmente as totalmente automáticas e autônomas, onde os colaboradores podem ser apenas as máquinas, criadas por outras empresas, dentro da cadeia de valor e de modelo de receita desse novo capital.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/Capital-Cognitivo-pessoas-patrim%C3%B4nio-empresas-ebook/dp/B06Y57G5Z1/ref=sr_1_2?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1491999506&sr=1-2

Bolha 2.0: A nova bolha de tecnologia diante da inteligência artificial fraca

Se as crises e bolhas se mostram quase sempre determinísticas, senão ao menos lógicas, tudo seria muito fácil – e para todos – se o tempo de duração delas fosse de fácil previsão.
Mas a realidade é que determinadas crises e bolhas podem durar muitos anos, até mudarem de lado. Exatamente essa incerteza de tempo tornou tão grave a mais famosa – e duradoura – crise dos tempos modernos: a grande depressão ou crise de 1929. Na prática, foram necessários mais de dez anos para uma retomada de atividade industrial nos mesmos patamares de antes da crise. Mas, se considerarmos o impacto para os investidores, com o índice Dow Jones para 100 anos, o impacto devastador do tempo nos conduz a mais de vinte anos de duração de uma crise com um ciclo de tempo de total incerteza.
Não é difícil imaginar o impacto devastador dessa época sobre investidores que perceberam uma recuperação de produção industrial dez anos após o início da crise que de fato só se confirmou no índice Dow Jones após mais de vinte anos. E não é preciso ir tão longe para buscar cenários de tamanha incerteza, uma vez que nosso próprio país enfrenta ainda uma crise sem data final para formatação do início de uma nova e consistente bolha. Mas quando estamos em meio a uma crise, uma nova bolha parece o menor dos problemas ou ainda, o problema que gostaríamos de estar administrando.
Para agravar ainda mais a incerteza infinita do tempo, principalmente referente à duração dos períodos de crises e bolhas, temos a incerteza infinita da tecnologia, uma vez que ela poderá estar associada às descobertas, invenções e o absolutamente novo e imprevisível.
Evidentemente que a grande maior parte dos avanços de tecnologia são incrementais, diminuindo um pouco essas incertezas, mas os riscos de mudanças de paradigmas e de ruptura dos sistemas existentes é cada vez maior, com o avanço dos computadores e computação em nuvem.
Outro fator importante, que complementam as incertezas de tempo e tecnologia, é que ela própria abre cada vez mais as portas para aumentar a velocidade e precisão de troca de informações, atingindo diretamente os mercados regionais e globais em poucos segundos.
E, dessa forma, as economias apresentam cada vez mais velocidade e incerteza de reflexo de bolhas e crises locais ou globais.
Mas, além disso, e talvez com impacto e probabilidade maior de formação de novas crises e bolhas, a Internet facilita a criação de novos produtos e Startups, que são empresas com características tipicamente formadas em ambientes de inovação.
Foi exatamente esse o cenário do final do século passado, com a entrada da Internet comercial no mercado, e a grande migração de capital de investidores em novos negócios na área de tecnologia, na expectativa de uma nova economia, com negócios em nuvem.
E pode-se considerar essa a Bolha 1.0, que se formou de 1995 a 2000, portanto no final do século passado, a aproximadamente vinte anos atrás.
A experiência da Bolha 1.0 mostra um viés otimista das bolhas e crises de tecnologia, pois por pior que tenham sidos os impactos do estouro da bolha, fomos capazes de recomeçar e, principalmente, começar a formar uma nova bolha, ainda maior.
E tudo indica que a Bolha 2.0, que acredito estar se formando atualmente, segue esse viés, onde as bolhas são cada vez maiores e as crises possuem um limite de pessimismo com capacidade de reversão contínua, alimentadas pelos sonhos dos investidores, e novas Startups.
Mas será que aprendemos com os erros passados? Ou ainda, estamos resilientes o suficiente para uma Bolha 2.0?
Essa é a pergunta que não quer calar e a razão que decidi escrever esse livro, pois acredito que, apesar de estarmos vivendo aspectos muito similares ao da Bolha 1.0, não aprendemos com ela o suficiente, esquecendo com o tempo seus fatores e impactos devastadores.

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Muito mais que Automação: robôs com autonomia para tudo

Seguidamente vemos destaques para a capacidade de automação das tarefas realizadas nos mais variados modelos de negócios, através de computadores, máquinas, robôs, etc.
Mas se estamos entrando em uma Era dos Robôs, o mínimo que se pode esperar dessas máquinas é a automação, que tanto vislumbra os leigos.
Na verdade, a Inteligência Artificial Forte e Genérica mudam o jogo para muito mais que automação. E o paradoxo é que as reais oportunidades, e ameaças, dessa automação, residem em outra palavra: autonomia.
Ou seja, robôs com autonomia para tudo, inclusive para a tomada de decisões que envolvem problemas de alta complexidade, como antes somente seus próprios criadores, os humanos, estavam autorizados a fazer.
Na verdade, a criatura ousa ocupar o espaço do seu criador desde os mais críticos processos industriais até os mais criativos atributos do cérebro e mente humana.
Classificar essas máquinas como objetos essencialmente dedicados à automação é, portanto, não só subestimar a sua inteligência, e dos seus criadores, mas principalmente correr o risco de perder o trem da história, e da tecnologia.
E nesse livro, a ideia será apontar alguns dos avanços e modelos que estão criando uma trajetória de tecnologia para autonomia dos robôs e a linha de evolução nesse sentido.
A Era dos Robôs que aprendem, pensam e decidem com sabedoria artificial, de forma que possam alcançar liberdade e autonomia para tudo, porém seguindo as mesmas regras e leis que permitem que os seus criadores, os humanos, vivam e convivam com seu livre arbítrio.

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