Inteligência Artificial x Mercados Reais – Parte 2

O que podemos esperar, em termos de visão de futuro, em um cenário de evolução cognitiva dos mercados?
Ou ainda, até que ponto a evolução da inteligência artificial irá impactar as estratégias dos investidores e players de mercado?
Antes que você imagine que a lógica de evolução cognitiva aplica-se apenas para o mercado financeiro ou ainda mercado de capitais, proponho que ela seja estendida para todo e qualquer mercado, onde existam agentes econômicos, como por exemplo o mercado de energia, ou mercado de trabalho, ou ainda mercado de conteúdos na internet, como os próprios e-books.
Sem dúvida temos uma convergência cognitiva de seleção natural e competitividade nos mercados, buscando e elegendo os players ou investidores mais competentes.
O impacto dessa competência no mercado é extremamente significativo, pois pode-se considerar cada vez mais temerário, ou até irresponsável, não examinar e pensar com o máximo de detalhes antes, durante e depois de qualquer operação — ou transação, se você preferir — no mercado.
E a forma de medir esse impacto é monitorar a evolução cognitiva dos mercados nas mais variadas competições de players que fazem parte dele, identificando riscos e oportunidades de poucos vencedores dominarem as ciências cognitivas e seus resultados financeiros.
Com a evolução das máquinas e computadores, principalmente nos últimos anos, nos deparamos com novas camadas de técnicas e sistemas para operação de forma automática, impulsionadas por tecnologias que exploram conceitos de união de arte e ciência cada vez mais novos e desafiadores.
Mas um dos grandes problemas que a tecnologia trouxe para o mercado é que ela permite que toda e qualquer técnica possa ter sucesso em determinado momento.
Além disso, nem sempre é fácil mensurar a qualidade de nosso sucesso. Ou seja, muitas vezes o que parece bons resultados nada mais são boa sorte.
E a sorte pode ser uma grande inimiga dos sistemas automatizados, uma vez que ela irá abstrair a realidade da qualidade das estratégias e Setups escolhidos, para sofrerem, após um período de inércia, as perdas naturais de sistemas aleatórios operando no mercado de capitais.
E a tecnologia deve nos livrar da sorte, pelo menos até onde é possível, antes que ela se torne um grande problema.Ou seja, não existem soluções determinísticas para enfrentar a complexidade dessa realidade atual, mas acredito que essa seja a principal função das ciências cognitivas e a sua mais abstrata e relevante camada de atuação, ou seja, a descoberta em tempo real das melhores técnicas e estratégias nos mais variados mercados e processos decisórios.
Isso acontece porque os padrões de mercado são cada vez mais curtos, forçando a mudança de cultura de encontrar a técnica perfeita para a capacidade de percepção rápida de padrões e reação com troca de técnica, conforme os riscos e oportunidades que se apresentam a cada instante.
E nesse nível de abstração, feito cada vez mais através da codificação de complexos algoritmos, a maior parte deles fechados, as fronteiras são rompidas a todo momento, aumentando cada vez mais a necessidade de investimentos em tecnologias de hardware, firmware e software por parte dos players e investidores.

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Rogerio Figurelli – @ 2018-05-26

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O futuro muda a cada segundo: A lógica da evolução cognitiva dos mercados

O que podemos esperar, em termos de visão de futuro, em um cenário de evolução cognitiva dos mercados? Ou ainda, até que ponto a evolução da inteligência artificial irá impactar as estratégias dos investidores e players de mercado?
Antes que você imagine que a lógica de evolução cognitiva que apresentarei no livro aplica-se apenas para o mercado financeiro ou ainda mercado de capitais, proponho que ela seja estendida para todo e qualquer mercado, onde existam agentes econômicos, como por exemplo o mercado de energia, ou mercado de trabalho, ou ainda mercado de conteúdos na internet, como os próprios e-books.
Sem dúvida temos uma convergência cognitiva de seleção natural e competitividade nos mercados, buscando e elegendo os players ou investidores mais competentes.
O impacto dessa competência no mercado é extremamente significativo, pois pode-se considerar cada vez mais temerário, ou até irresponsável, não examinar e pensar com o máximo de detalhes antes, durante e depois de qualquer operação – ou transação, se você preferir – no mercado.
E a forma de medir esse impacto é monitorar a evolução cognitiva dos mercados nas mais variadas competições de players que fazem parte dele, identificando riscos e oportunidades de poucos vencedores dominarem as ciências cognitivas e seus resultados financeiros.
Com a evolução das máquinas e computadores, principalmente nos últimos anos, nos deparamos com novas camadas de técnicas e sistemas para operação de forma automática, impulsionadas por tecnologias que exploram conceitos de união de arte e ciência cada vez mais novos e desafiadores.
Mas um dos grandes problemas que a tecnologia trouxe para o mercado é que ela permite que toda e qualquer técnica possa ter sucesso em determinado momento.
Além disso, nem sempre é fácil mensurar a qualidade de nosso sucesso. Ou seja, muitas vezes o que parece bons resultados nada mais são boa sorte.
E a sorte pode ser uma grande inimiga dos sistemas automatizados, uma vez que ela irá abstrair a realidade da qualidade das estratégias e Setups escolhidos, para sofrerem, após um período de inércia, as perdas naturais de sistemas aleatórios operando no mercado de capitais.
E a tecnologia deve nos livrar da sorte, pelo menos até onde é possível, antes que ela se torne um grande problema.Ou seja, não existem soluções determinísticas para enfrentar a complexidade dessa realidade atual, mas acredito que essa seja a principal função das ciências cognitivas e a sua mais abstrata e relevante camada de atuação, ou seja, a descoberta em tempo real das melhores técnicas e estratégias nos mais variados mercados e processos decisórios.
Isso acontece porque os padrões de mercado são cada vez mais curtos, forçando a mudança de cultura de encontrar a técnica perfeita para a capacidade de percepção rápida de padrões e reação com troca de técnica, conforme os riscos e oportunidades que se apresentam a cada instante.
E nesse nível de abstração, feito cada vez mais através da codificação de complexos algoritmos, a maior parte deles fechados, as fronteiras são rompidas a todo momento, aumentando cada vez mais a necessidade de investimentos em tecnologias de hardware, firmware e software por parte dos players e investidores.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/futuro-muda-cada-segundo-cognitiva-ebook/dp/B071RMWY88/ref=sr_1_6?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1493727312&sr=1-6

Robôs de investimento conquistam pessoa física – IstoÉ Dinheiro

“Diante da variedade de aplicações disponíveis no mercado financeiro, a possibilidade de delegar a um robô a escolha entre os melhores prazos e taxas deixou de ser futurista. Apesar de tímida, a adesão a robôs de investimento vem ganhando terreno desde o ano passado, principalmente com o surgimento de fintechs especializadas. Antes restrita a grandes investidores e instituições financeiras, a automatização da negociação de ativos chega à pessoa física em moldes simplificados. Essa é também uma das apostas do ano das principais corretoras que atuam com esse público para atrair a clientela.”

Veja mais em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/financas/20170109/robos-investimento-conquistam-pessoa-fisica/448234

Trades Invisíveis: Como os robôs lucram com oportunidades invisíveis para a maioria dos traders

“Não existe nenhuma inteligência operacional maior que o próprio mercado, com infinitas oportunidades, pois concentra todas as inteligências de todos traders e investidores, humanos e robôs, e por muitos anos. E faz isso agregando todos os novos movimentos, tick a tick, linha a linha do book e do fluxo de ordens, de todos os instrumentos financeiros existentes. Entretanto, a complexidade, os riscos e as oportunidades crescem exponencialmente quando migramos de traders discricionários para algotraders, que são os traders que operam com algoritmos e robôs traders, pois agora a frequência de operação e sua qualidade dependem apenas de um sistema automático. E você verá, utilizando cada vez mais os robôs para operar no mercado, que o automático está evoluindo cada vez mais para o autônomo, que é um efeito cuja principal causa é a evolução da tecnologia de aprendizado de máquina profundo – deep learning – e de todas demais áreas de inteligência artificial. Ou seja, autonomia na busca de oportunidades invisíveis.
Mas antes que você imagine, pelo título do livro, que é possível, literalmente, operar sem encaminhar ordens para o mercado, ou outra coisa qualquer nesse sentido, note que essa é apenas uma metáfora, no sentido que oportunidades invisíveis podem gerar vantagem competitiva. Em outras palavra, operações onde, para a maioria dos traders pelo menos, não existe uma visão suficientemente clara como a que os robôs estão percebendo, através da dedução de alguma lógica ou padrão de comportamento de forma antecipada.
Os trades invisíveis são, portanto, uma realidade para os algotraders e o resultado de uma percepção avançada de oportunidades invisíveis, através do uso de robôs para identificação delas, uma vez que, de forma discricionária, seriam dificilmente visíveis, pelas mais variadas limitações dos traders para isso.
E antes que você pense que esse tipo de oportunidade e trade existe apenas no universo da alta frequência, com análises em tempos muito curtos, irei apresentar outras lógicas que podem conduzir a um grau de inteligência de mercado de alta complexidade para traders discricionários, utilizado um conceito que defino de Big Brain, onde mesmo em baixa frequência as máquinas podem produzir informações relevantes para a tomada de decisão de operação, de forma absolutamente legal.”

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/dp/B01N9OJ5JD/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1483627529&sr=1-1

Robôs Advisors: Robôs controlando seus investimentos sem assessores ou corretoras

Esse é o primeiro livro brasileiro exclusivamente sobre Robôs Advisors, escrito de forma independente, ou seja, com o foco exclusivamente no consumidor ou investidor e nesse novo tipo de robô, pela sua relevância na área de Bancos Robôs e na convergência de todos serviços financeiros para o banco do futuro.
Espera-se que até 2020 os Robô Advisors em todo mundo estejam gerenciando US$ 2 trilhões em ativos. O conceito de Robôs Advisors, ou robo-advisor, usando a expressão mais utilizada no mercado internacional, compete cada vez mais diretamente com o do FIA, ou Financial Investment Advisor, que é o consultor ou gestor humano, abrindo as portas para a nova Corretora Robô, que irá competir cada vez mais com o Banco Robô, e com a convergência de todos serviços financeiros para o banco do futuro. E, tudo indica que os melhores Bancos Robôs irão necessitar tanto de Robôs Advisors, como de Corretoras Robôs, para poder atender às mais variadas necessidades de seus clientes humanos e robôs.
Clientes robôs? Sim, por que não? Pois é exatamente essa a lógica de hierarquia que é aberta com a robotização de corretoras e banco, juntamente com seus assessores, gestores e consultores financeiros, ou seja, os próprios robôs investidores poderão orquestrar a aplicação de capital em outros robôs clientes, como já acontece no caso de escolha de Fundos de Investimento Quantitativo.
Mas por trás de um cliente robô é lógico que deve existir um cliente humano, que espera mais que automação, e sim decisões inteligentes e retorno para seu capital, com o mínimo de custos associados, principalmente os que antes representavam comissões ou pagamentos para os humanos envolvidos no processo. Na verdade, uma parte desses recursos irá justamente para as equipes técnicas e de cientistas de dados que fazem parte da construção dos algoritmos dos Robôs Advisors. E essa pressão por performance e redução de custos, principalmente com a alta competição de robôs, deverá contribuir para a redução cada vez maior de todos os custos de operação no Mercado de Capitais, graças à escalabilidade e eficiência de todo processo.

Os três Ps do Robô Advisor
No mercado, encontramos as mais variadas definições e conceitos de players e analistas sobre os Robôs Advisors, sendo que separei alguns pontos fundamentais na formação do conceito mais completo, que chamarei de três Ps: Personalização, Planejamento e Portfólio.

A nova Corretora Robô
Uma das vantagens dos Robôs Advisors é que eles são desenvolvidos para operar de forma totalmente online e automática, o que facilita a conexão direta com as bolsas centralizadas, através de uma plataforma própria e dedicada, com autonomia para executar transações, embora isso no mercado brasileiro ainda esteja no começo, com poucas Fintechs seguindo essa abordagem, em comparação ao mercado internacional, onde já é uma realidade.
Na verdade, os algoritmos dessa plataforma irão emular as tarefas dos assessores, gestores e consultores de investimento, automatizando todos os processos executados por eles de forma manual, como acontece com a tecnologia RPA ou Robotic Process Automation, onde as empresa automatizam grande parte de seus processos.
Evidentemente que nesse nível de automação é necessário levar em conta os riscos e oportunidades de forma equilibrada, e portanto os Robôs Advisors entram no mercado com um foco mais específico, que é o de capital ou net não muito alto, onde se recomendaria ainda o acompanhamento humano.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/dp/B01NGZC2JA/ref=sr_1_3?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1482758918&sr=1-3