Seu Clone Artificial: a máquina que pensa como você, que talvez já exista em algum lugar

A evolução da inteligência artificial na coleta e análise dos clientes abre cada vez mais as portas para a criação de modelos precisos dos consumidores, que irei definir nesse livro de Clones Artificiais, para serem simulados e estudados pelos mais avançados e complexos Sistemas de Informação de Marketing ou SIM.
A abordagem básica para isso é que qualquer sistema atual de informações de marketing nada mais é que um modelo que pode ser automatizado e, com inteligência artificial, se autoajustar e decidir de forma autônoma, como um processo totalmente independente, com consciência própria de seu ambiente de atuação.
E os players com maior capacidade e velocidade de construir modelos de SIM diferenciados quanto à coleta, análise e produção de inteligência, real e artificial, a partir do Market Big Data, como definirei essa nuvem de dados, com robôs dedicados para a modelagem de Clones Artificiais, apresentarão maior vantagem competitiva em toda sua cadeia de sistemas de marketing. Mas para isso, é importante estar atento também à complexidade do fato de que a inteligência produzida pelos robôs deve ser compartilhada de forma cada vez mais eficiente, para que exista de fato a produção de inteligência real das equipes de marketing nas empresas sobre as oportunidades e ameaças processadas e percebidas pelos robôs.
Dessa forma, apresento uma arquitetura de sistema de sistemas complexos dos robôs, que é a interface e integração com os mais variados sistemas de mercado, consumidos pelos clientes, e, portanto, em comunicação constante com eles, onde os dados se encontram de forma estruturada e quantitativa, na interface com os consumidores, e onde também é possível encontrar dados e informações de todos os tipos, inclusive texto e voz, caracterizados por atributos mais qualitativos e não estruturados. Nessa arquitetura, cabe à evolução das máquinas e ciências cognitivas a responsabilidade de tornar os modelos de SIM atuais em peças ou blocos a serem gerenciados e montados por robôs.
Nesse sentido, a tecnologia em si não é considerada como o diferencial, mas sim a capacidade das equipes de marketing construírem os modelos de SIM mais competitivos e integrarem suas estratégias de forma cada vez mais eficaz.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/dp/B06XG2ZGF7/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1488891857&sr=1-1

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Robôs para Marketing: Unindo inteligência de mercado artificial e real

No meu entender, já deveriam existir vários livros sobre robôs e marketing no mundo, devido à relevância cada vez maior do impacto dessas máquinas nos serviços e produtos, em toda cadeia de suprimento e, principalmente, nos consumidores.
Mas, para minha surpresa, não encontrei nenhum livro sobre o assunto, e esse provavelmente é o primeiro a tratar diretamente sobre isso, no nosso planeta, pelo menos. Justiça seja feita, até encontrei em alguns livros mais recentes comentários sobre os feitos do IBM Watson, como no passado existia do IBM Deep Blue, mas talvez a realidade da Era dos Robôs, mudando radicalmente o marketing do futuro ainda não tenha causado o efeito necessário para a literatura, ou ainda a real relevância da inteligência artificial em termos de resultados não tenha sido percebida, e da Era da Criatividade que está se formando. Mas o fato é que os sistemas inteligentes e autônomos estão atingindo todas as atividades cognitivas do ser humano e dos consumidores, e os robôs se tornaram peças fundamentais em nossa sociedade, mesmo antes de andarem caminhando por ai, como fazem a muito tempo nos filmes de ficção científica. Talvez essas máquinas ainda sejam vistas como meras peças mecânicas, ou ainda sistemas sem inteligência de automação de processos, ou ainda muito dependentes do ser humano. Mas o fato é que os limites de aprendizado de execução de tarefas, e em breve de criação e inovação dos robôs, serão cada vez mais superados, juntamente com os próprios limites humanos. E quando imaginamos algum limite, basta perguntar se, assim como percebemos ele e aprendemos a resolver de forma autônoma, as máquinas não podem fazer o mesmo. Pois elas farão, rompendo todos limites cognitivos, provavelmente no começo com mais ajuda e supervisão humana, e, no futuro, de forma contrária, ou seja, nós é que precisaremos dessa ajuda e supervisão para chegar no mesmo nível de realização, sob todos os sentidos do termo.
Nesse livro apresento minha visão do impacto dos robôs para a área de marketing das empresas, com uma primeira arquitetura evolucionária para os sistemas de informação nessa área. A abordagem básica é que qualquer sistema atual de informações de marketing nada mais é que um modelo que pode ser automatizado e, com inteligência artificial, se autoajustar e decidir de forma autônoma, como um processo totalmente independente, com consciência própria de seu ambiente de atuação.
E os players com maior capacidade e velocidade de construir modelos de SIM diferenciados quanto à coleta, análise e produção de inteligência, real e artificial, a partir do Market Big Data, como definirei essa nuvem de dados, com robôs dedicados para isso, apresentarão maior vantagem competitiva em toda sua cadeia de sistemas de marketing. Mas para isso, é importante estar atento também à complexidade do fato de que a inteligência produzida pelos robôs deve ser compartilhada de forma cada vez mais eficiente, para que exista de fato a produção de inteligência real das equipes de marketing nas empresas sobre as oportunidades e ameaças processadas e percebidas pelos robôs.
Dessa forma, apresento uma arquitetura de sistema de sistemas complexos dos robôs, que é a interface e integração com os mais variados sistemas de mercado, consumidos pelos clientes, e, portanto, em comunicação constante com eles, onde os dados se encontram de forma estruturada e quantitativa, na interface com os consumidores, e onde também é possível encontrar dados e informações de todos os tipos, inclusive texto e voz, caracterizados por atributos mais qualitativos e não estruturados. Nessa arquitetura, cabe à evolução das máquinas e ciências cognitivas a responsabilidade de tornar os modelos de SIM atuais em peças ou blocos a serem gerenciados e montados por robôs.
Nesse sentido, a tecnologia em si não é considerada como o diferencial, mas sim a capacidade das equipes de marketing construírem os modelos de SIM mais competitivos.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/dp/B01N6I28H6/ref=sr_1_15?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1482007152&sr=1-15

A tecnologia e a educação: como os robôs já são usados na sala de aula – Universia

“Não é preciso ir muito longe para ver os efeitos do uso desse tipo de dispositivo como ferramenta para ajudar na educação. Prova disso são os vários programas de ensino à distância. Utilizando robôs de tele presença é possível dar aulas em praticamente qualquer lugar. Caso você esteja perguntando a diferença entre isso e fazer uma videoconferência, a resposta é simples: o professor em questão é retransmitido para um único dispositivo e, então, por meio do robô, é exibido para todos os alunos.”

Veja mais em: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/11/23/1146461/tecnologia-educacao-robos-usados-sala-aula.html#

O robô dos sites de busca que já deveria existir

Já está mais que na hora de os sites de busca evoluirem.
Afinal, a tecnologia de ChatBots avançou muito, grande parte devido aos avanços de outras tecnologias como Big Data e Deep Learning. Entretanto, quando entramos em um site de busca, como o Google, não encontramos nenhum ChatBot para auxiliar na busca, o que poderia qualificar muito o resultado obtido, além de fazer evoluir os sites de busca para outra geração, muito mais social.

Essa é a solução proposta no site OpenRobot da Trajecta, no link abaixo, ou seja, uma possível nova geração de sites de busca interativos.

Search Advisor: um ChatBot para sites de busca

Chatbots: o verdadeiro desafio de comunicação dos robôs

Com a facilidade de integração de aplicações de chat em redes sociais, através de robôs conhecidos popularmente por Chatbots, muitas empresas deixam de focar em qualidade, ainda mais em tempos de recessão, para apressadamente oferecerem soluções de comunicação automatizadas para seus clientes.

Provavelmente a maior parte das grandes empresas que já adotam Chatbots em seus sites possuem um forte planejamento de recursos humanos e exigem rigorosos testes no processo de seleção de seus colaboradores.

Mas será que fazem o mesmo quando definem uma solução de comunicação, como um Chatbot, com seus clientes finais?

Apesar da celeridade necessária dos tempos atuais, é sempre bom lembrar que comunicação com qualidade, quando feita por robôs, exige soluções que envolvam algoritmos baseados em inteligência artificial forte, com um mínimo ‘entendimento’ por parte do robô da área de atuação da empresa e, principalmente, do consumidor, que é quem realmente é buscamos entender e atender.

E para isso é necessário começar com um planejamento e uma arquitetura que atenda às necessidades dos clientes finais.

Algoritmos realmente inteligentes não são commodities, pelo menos ainda

Seria tudo muito fácil se existisse um robô de prateleira para atender seus clientes de forma eficaz, mas a verdade é que algoritmos e máquinas realmente inteligentes são extremamente complexos.

Muitos técnicos também imaginam que basta treinar uma rede neural artificial para endereçar o problema de inteligência de máquina.

Mas a verdade é que o mundo real é muito mais complexo, e quando se trata de inteligência de comunicação ele assume proporções de grande incerteza, pois muitas vezes estamos decidindo em um domínio tipicamente virtual ou de hipóteses.

No caso específico de buscar uma solução de comunicação através de um Chatbot, é possível percorrer desde soluções muito simples, baseadas em scripts, até soluções muito complexas, baseadas em inteligência artificial.

Mas um robô com inteligência artificial não é formado apenas por redes neurais, que imitam nosso cérebro, mas sim por todo um sistema de inferências e aprendizado autônomo.

E uma máquina realmente inteligente pode exigir todo um Data Center. Ou vários, distribuídos em diversos locais estratégicos, o que acontece frequentemente na área de sistemas de finanças quantitativas.

Apesar disso, do outro lado, o consumidor pode estar com todas dificuldades de um dispositivo limitado e com alta latência, o que a maior parte das soluções não leva em conta.

Afinal, o verdadeiro desafio de comunicação dos robôs é o mesmo do ser humano, ou seja, o máximo entendimento dos seus clientes, e sua realidade.

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Por Rogério Figurelli em 04/11/2016