How will Blockchain assist the banks?

“Reasoning how this will be possible, the company that specializes in providing best-in-class market research and business intelligence across 6 key sectors, said that blockchain will assist in cost reductions in payment processing, reconciliation, treasury operations and compliance.

Juniper Research made this major FinTech tweet on 1st August based on their press release, stating: “#Blockchain deployments to save #Banks more than $27bn annually by 2030, with cost reductions not just in #Payments processing and reconciliation, but in treasury operations and compliance. #Fintech #Banking”

The research findings claim that there will be an 11% reduction in costs per on-chain transaction.

The company further stated: “Indeed, the research argued that in compliance, automation of identity/money-laundering checks, allied to capability of the blockchain to verify the digital identity of an individual, should enable savings of up to 50% of the existing costs base within a few years.”

However, the research also cautioned about the need to parallel-run blockchain-based services with legacy systems. This would ensure that ‘savings would not be realized for several years after initial deployment, with annual cost reductions not reaching $1 billion per annum until 2024’.”

Moreover: https://bcfocus.com/news/blockchain-banks-27bn-2030/20481/

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Como os bancos podem estender sua relevância digital

“As regulamentações bancárias abertas exigirão que os bancos compartilhem dados e, em última análise, façam serviços bancários com outros provedores. Antecipando essa mudança, alguns bancos optaram por estender sua infraestrutura bancária básica a outros bancos ou instituições. O Bradesco, por exemplo, concedeu a outras empresas acesso a alguns de seus principais serviços por meio de interfaces de programação de aplicativos (APIs) abertas. Em vez de um banco precisar de sua própria infraestrutura para contas de transações no Brasil, por exemplo, o banco pode usar o balanço do Bradesco, a função de conformidade regulatória e outros serviços. Muitos bancos poderiam ser empurrados para a infraestrutura. Mas os bancos voltados para o futuro reconhecem que existem três outros modelos para manter o relacionamento com o cliente.”

Veja mais em: https://www.forbes.com/sites/baininsights/2018/05/29/how-banks-can-extend-their-digital-relevance/#658c66595dc9

Blockchain deve se adaptar para construir confiança na Internet das coisas

“À medida que as coisas aumentam sua conectividade e inteligência, nossa demanda por elas também forma redes, troca de informações e coordenação de ações autônomas em nossos servidores. Quando encomendamos uma peça de roupa online, por exemplo, chamamos indiretamente, entre outros, um designer de moda, fornecedores de produtos primários, empresas de logística, alfândega, um distribuidor, um importador, um comprador, um sistema de gestão de estoques, uma gestão de clientes, um banco, um sistema de gerenciamento da Web para colocação de produtos e preços, um varejista e um sistema de entrega de última milha. Se cada um desses participantes conseguisse obter uma visão, quase em tempo real, de nossa compra e de sua progressão da fábrica para a porta da frente, eles poderiam colaborar para otimizar vários sistemas independentes, para obter o produto o mais rápido quanto possível – especialmente se houver contratempos imprevistos no caminho – um pneu furado! – enquanto se prepara para a próxima encomenda.”

Veja mais em: https://www.coindesk.com/blockchain-must-adapt-build-trust-internet-things/

 

Inteligência Artificial x Mercados Reais – Parte 2

O que podemos esperar, em termos de visão de futuro, em um cenário de evolução cognitiva dos mercados?
Ou ainda, até que ponto a evolução da inteligência artificial irá impactar as estratégias dos investidores e players de mercado?
Antes que você imagine que a lógica de evolução cognitiva aplica-se apenas para o mercado financeiro ou ainda mercado de capitais, proponho que ela seja estendida para todo e qualquer mercado, onde existam agentes econômicos, como por exemplo o mercado de energia, ou mercado de trabalho, ou ainda mercado de conteúdos na internet, como os próprios e-books.
Sem dúvida temos uma convergência cognitiva de seleção natural e competitividade nos mercados, buscando e elegendo os players ou investidores mais competentes.
O impacto dessa competência no mercado é extremamente significativo, pois pode-se considerar cada vez mais temerário, ou até irresponsável, não examinar e pensar com o máximo de detalhes antes, durante e depois de qualquer operação — ou transação, se você preferir — no mercado.
E a forma de medir esse impacto é monitorar a evolução cognitiva dos mercados nas mais variadas competições de players que fazem parte dele, identificando riscos e oportunidades de poucos vencedores dominarem as ciências cognitivas e seus resultados financeiros.
Com a evolução das máquinas e computadores, principalmente nos últimos anos, nos deparamos com novas camadas de técnicas e sistemas para operação de forma automática, impulsionadas por tecnologias que exploram conceitos de união de arte e ciência cada vez mais novos e desafiadores.
Mas um dos grandes problemas que a tecnologia trouxe para o mercado é que ela permite que toda e qualquer técnica possa ter sucesso em determinado momento.
Além disso, nem sempre é fácil mensurar a qualidade de nosso sucesso. Ou seja, muitas vezes o que parece bons resultados nada mais são boa sorte.
E a sorte pode ser uma grande inimiga dos sistemas automatizados, uma vez que ela irá abstrair a realidade da qualidade das estratégias e Setups escolhidos, para sofrerem, após um período de inércia, as perdas naturais de sistemas aleatórios operando no mercado de capitais.
E a tecnologia deve nos livrar da sorte, pelo menos até onde é possível, antes que ela se torne um grande problema.Ou seja, não existem soluções determinísticas para enfrentar a complexidade dessa realidade atual, mas acredito que essa seja a principal função das ciências cognitivas e a sua mais abstrata e relevante camada de atuação, ou seja, a descoberta em tempo real das melhores técnicas e estratégias nos mais variados mercados e processos decisórios.
Isso acontece porque os padrões de mercado são cada vez mais curtos, forçando a mudança de cultura de encontrar a técnica perfeita para a capacidade de percepção rápida de padrões e reação com troca de técnica, conforme os riscos e oportunidades que se apresentam a cada instante.
E nesse nível de abstração, feito cada vez mais através da codificação de complexos algoritmos, a maior parte deles fechados, as fronteiras são rompidas a todo momento, aumentando cada vez mais a necessidade de investimentos em tecnologias de hardware, firmware e software por parte dos players e investidores.

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Rogerio Figurelli – @ 2018-05-26

BLOCKCHAIN: Uma análise estratégica para humanos e robôs

A forma mais simples, e que considero menos estratégica, de conceituar o blockchain, é a mais comum que você encontrará no mercado e literatura: a de um livro razão, nascido nas entranhas do bitcoin, a criptomoeda mais conhecida no mercado.
Mas se desejamos pensar de forma estratégica, nosso foco deve ficar na essência dessa tecnologia, que basicamente é uma plataforma distribuída de armazenamento seguro de transações, seja elas quais foram.
E plataformas nasceram para, em essência, abstraírem e abrigarem as mais variadas aplicações.
Ou seja, o blockchain é e pode ser útil para a gestão de transações de qualquer moeda, como acontece com o bitcoin, e como pode acontecer com ativos da BM&Fbovespa, ou moedas do mercado Forex, ou uma criptomoeda que você deseje criar, etc, mas essas serão sempre apenas algumas aplicações para ele, pois seu conceito se encaixa mais em uma plataforma, e portanto, em tese, você pode armazenar com o blockchain toda e qualquer transação, compilada em metadados, com blocos que são adicionados em cadeia numa ordem linear e cronológica, armazenados em uma rede distribuída e teoricamente para sempre.
Talvez uma das maiores complexidades em termos de tecnologia para um banco seja armazenar e processar de forma segura todas as transações de seus clientes, pois afinal muitas delas representam de forma virtual o dinheiro real, nas suas mais variadas formas, principalmente com o grande crescimento de serviços financeiros, cada vez mais diversos.
Nesse cenário, de grande incerteza, surgirá, a meu ver, um novo ator decisivo: o banco robô. Um novo banco, com grande potencial de automação de processos e, principalmente, decisões inteligentes e rápidas, um paradoxo que se destaca a partir de um forte substrato de duas tecnologias de ruptura: o blockchain e a inteligência artificial forte.
Não me parece lógico que os bancos, ou pelo menos alguns deles, que provavelmente são hoje os grandes players internacionais, e que tradicionalmente são as empresas que mais investem em tecnologia no mundo, irão perder a oportunidade de criar a convergência de todos serviços financeiros para modelar as plataformas do banco do futuro.
Mas para isso, existe o desafio de fazer acontecer as plataformas de produtos e serviços financeiros que mais se destacarem no mercado de fintechs e corretoras, que são os novos entrantes e possíveis produtos substitutos desse ecossistema em constante evolução.
Talvez algum desses novos players vença essa corrida, mas os bancos são sem dúvida, pelo expertise em tecnologia e posição estratégica no mercado, os favoritos para construírem o banco robô do futuro e se consolidarem ainda mais como os líderes desse mercado.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/dp/B01N0XTWIQ/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1483700831&sr=1-1