Plataformas Vivas: A evolução da inteligência em plataformas como serviço (PaaS)

O mais fácil, e mais comum, seria simplificar todas as tecnologias de inteligência artificial em aprendizado de máquina, ou machine learning, ou seja, na pura capacidade de as máquinas aprenderem, que sem dúvida é bem mais nobre que a antiga capacidade de serem programadas.
Mas se esse é um bom começo, pelo menos para simplificação, devemos ter em mente que acima de nossa capacidade de aprendizado está nossa capacidade de discernimento.
De escolhas e decisões, de preferência as mais corretas.
As mais óbvias delas estão relacionadas à sobrevivência.
As mais complexas à consciência externa e interna, dos robôs, como base para uma análise preditiva realmente eficaz, muito similar aos seres vivos mais inteligentes, para as mais variadas metas e objetivos.
E para endereçar escolhas e decisões diversas, determinísticas ou de total incerteza, das mais simples às infinitamente complexas, os robôs precisarão cada vez mais de plataformas inteligentes e autônomas.
Precisarão de plataformas vivas.
As plataformas como serviço, ou PaaS, representam a evolução de diversas tecnologias criadas dentro da Internet, destacadamente a de software como serviço, ou SaaS, a tal ponto que hoje podemos criar facilmente grandes estruturas inteligentes, e organizadas, em forma de plataformas, para constante aprendizado e resiliência às mudanças de cenários de mercado.
E agregando a inteligência artificial a essas plataformas de serviço, principalmente as diversas tecnologias de soluções de problemas a partir de aprendizado de máquina, estamos a um passo de criar verdadeiras plataformas vivas, dependentes apenas dos níveis de consciência artificial de seus modelos, humanos ou das próprias máquinas.
Nesse livro, iremos agregar um componente a mais para endereçar esse objetivo, que é a inteligência artificial artificial e a consciência artificial artificial, de forma a tornar realidade imediatamente esse potencial, mesmo antes da consolidação de competências fortes desses conceitos, no nível totalmente humano, ou seja, de nosso cérebro e mente.
Dessa forma, compondo grandes cérebros artificiais inteligentes, que denomino de Big Brains, mas com consciência artificial e humana, passamos a trabalhar em dimensões muito superiores de análise preditiva, em relação aos atuais paradigmas de problemas e decisões, indo diretamente para a interação no padrão humano, de perguntas e respostas, cada vez mais inteligentes e conscientes.
Os caminhos para isso, pelo menos em tese, estão abertos.
E, tudo indica, esses ou outros caminhos similares se tornarão cada vez mais reais, pois as plataformas vivas já se mostram, ainda de forma virtual, como os grandes robôs imateriais que existiam apenas nos livros de ficção, mas que querem agora ocupar seu espaço no mundo real.

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Laboratórios de Robôs: Inteligência Evolutiva para Machine Learning

Uma das grandes vantagens do aprendizado de máquina, ou machine learning, é a capacidade de criar algoritmos automaticamente a partir de dados, que pode ser transformada em uma máquina de inovação de ruptura, onde são fabricadas ideias e produtos inovadores, testados de forma sistêmica.
Talvez as maiores barreiras para criar uma máquina ou robô assim sejam as de comunicação, o que parece um paradoxo, uma vez que a tecnologia permite um grande avanço de troca de ideias, com várias áreas avançando em paralelo em direção à fronteira do conhecimento e das ideias de ruptura. Ou ainda, talvez uma razão para ainda vivermos uma realidade em que esses ovos ainda são raros, apesar de tantos avanços tecnológicos, seja que a competição ainda separa os homens de trabalharem realmente de forma colaborativa. Outros fatores do progresso e evolução também pesam nessa realidade, como a infinita busca por processos cada vez mais automáticos e enxutos, que transforma a criatividade em uma peça fora do baralho para os objetivos de resultados da grande maior parte das empresas, focadas em avanços cada vez mais incrementais.
Ou seja, se a automação dos processos, assim como os métodos ágeis e a produção cada vez mais enxuta, ou lean, traz benefícios para a nossa qualidade de vida, permitindo a disseminação de produtos de qualidade para o máximo de consumidores, por outro lado ela cria barreiras cada vez maiores para os verdadeiros sistemas inovadores.
Seja como for, a verdade é que a máquina biológica para isso já existe na natureza, em constante evolução, e todos fazemos parte dela de alguma forma, embora exista, mais facilmente reconhecida e notadamente evidente no cérebro e na mente de grandes gênios visionários. Mas, até que ponto seremos capazes de criar máquinas capazes de inventarem o futuro de forma sistêmica, como conseguem fazer esses visionários de forma discricionária?
Para isso, acredito que devemos primeiramente entender e dominar esses modelos de inovação discricionária e o avanço das mais variadas áreas que representam as principais estratégias e modelos originais, que irão justamente formar as fronteiras do conhecimento e do avanço tecnológico humano, caracterizado pelas constantes inovações e evoluções.
E se esse entendimento e domínio podem ser obtidos e modelados, na forma de uma arquitetura ou máquina, com robôs executando de forma automática e autônoma todos processos, estarão abertas as portas para construção de Laboratórios de Robôs para vencerem os mais complexos desafios dos diversos mercados e áreas de negócio, em um ciclo sem fim de busca de soluções de forma automática para os problemas que desafiam nossa ciência e evolução.

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Startups Automáticas: Modelos de negócio com robôs executando todos processos

Não há a menor dúvida que vivemos uma revolução tecnológica sem precedentes na história da humanidade, que podemos resumir na revolução dos robôs.
E essa realidade começa a formar uma nova empresa e a mudar antigos conceitos de Administração, principalmente com a crescente adoção de tecnologias de gestão com inteligência artificial, que vieram para ficar.
Afinal, a alta competição por qualidade e consumidores leva as empresas a buscarem o automatismo dos processos, e levará, no meu entender, a decidirem cada vez mais com robôs atuando na camada de inteligência estratégica.
E o que, para muitos, parece apenas uma automação, na verdade é só o começo da entrada dos robôs na gestão dos processos.
Um novo tempo que abre as portas para a empresa startup automática, onde os robôs estarão definindo os próprios ajustes dos sistemas de automação até terem competência para assumirem seu controle, ou seja, assumirem o papel de robôs gestores de outros robôs.
Evidentemente que isso só será possível através de avançadas tecnologias de inteligência artificial que, irão abrir as portas para os robôs que pensam como gestores.

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Consciência Artificial: O futuro da consciência humana e social modelada em robôs

Me parece lógico e racional que as características individuais das máquinas inteligentes, tanto de hardware e software, produzam uma individualidade a partir de um conjunto de regras que podem determinar uma Personalidade Artificial.
E, mais que isso, nada impede que uma Personalidade Real, como a minha ou a sua, caro leitor, possa ser modelada em uma Personalidade Artificial. Na verdade, conseguindo isso, estaremos perpetuando essa foto de nossa personalidade atual, o que no momento parece mais uma obra de ficção.
Entretanto, a Consciência Artificial se mostra muito mais desafiadora que a Personalidade Artificial, principalmente pelo fato de ela poder estar totalmente oculta em nossa mente, ou cérebro.
E a toda hora vemos as mais variadas notícias sobre a evolução da Inteligência Artificial, mas a verdade, que poucos comentam, é que, pouco evoluímos em termos de inteligência, e muito evoluímos em termos de processamento de dados. Ou seja, para chegarmos em um cenário real de inteligência artificial forte e genérica, com máquinas que se aproximem da consciência e capacidade cognitiva humana, ou até mesmo que ‘pensem’, como um dia sonhou Alan Turing, ainda estamos muito distantes, embora o caminho para isso esteja cada vez mais sendo traçado.
O que quero dizer é que a Inteligência Artificial avançou muito em processamento, abrindo as portas para a simulação do nosso cérebro cada vez mais eficiente, mas pouco avançou em termos de criar modelos realmente de como funciona nossa mente, até porque a própria ciência ainda entende muito pouco dela, apesar de tantas evoluções tecnológicas.
E talvez o caminho para atingirmos o próximo nível de evolução, com uma Inteligência Artificial Genérica, seja construirmos modelos de Consciência Artificial, como irei propor nesse livro.

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Inteligência Artificial pode reduzir o churning nas empresas – Administradores

“Tomemos os integradores e provedores de internet (ISPs) como exemplo. A contratação dos serviços oferecidos por essas empresas se dá por meio de assinatura. A base de clientes, geralmente na casa dos milhares, impede que se dedique muito tempo aos usuários de forma individualizada, mas qualquer cancelamento precisa ser evitado (ou revertido). Como identificar quais clusters de assinantes têm menor tolerância a falhas? Quais ações podem minimizar a possibilidade de rescisões contratuais? Responder a essas perguntas é uma maneira de fazer previsão de churn.”

Veja mais em: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/inteligencia-artificial-pode-reduzir-o-churning-nas-empresas/116386/