Big Mind: Unindo o real e o artificial para criar robôs cada vez mais sábios

Na arquitetura que proponho, como base para formação do Big Brain, busco separar os dados e processamento em duas camadas, como acontece de forma similar em nosso cérebro, com o processamento consciente e inconsciente. No caso, o processamento de Big Data estaria focado exclusivamente na produção de inteligência a partir dos dados, entregues diretamente para o processamento de Data. Na prática, não há nenhuma regra ou compromisso que a inteligência produzida pelo processamento de Big Data se transforme em informações relevantes para os sistemas que irão, de alguma forma, consumir essa inteligência. O relevante mesmo é que ela seja permanentemente produzida, sem nenhuma perda de dados de entrada para isso.
Outro ponto relevante da arquitetura é a análise de toda e qualquer entrada de transações, seja já diretamente no formato de dados estruturados, seja em formatos variados, como previsto pelo V de variedade do conceito de Big Data. Esse processamento de Big Data, desde o tratamento de dados primários até a produção e análise de informações, com formação de regras de inteligência, deve ser um processo contínuo, sem interrupções, qualificando cada vez mais o processamento de Data, que seria a área mais nobre da arquitetura, com limitações bem maiores de recursos.
Além disso, a ideia é permitir que a interface com os tradicionais sistemas e dispositivos de mercado possa ser feita para qualquer coisa, como por exemplo um automóvel. Ou seja, a mesma arquitetura válida para a interface com um computador ou servidor, ou ainda um smartphone ou tablet, deve ser válida para a interface com qualquer outro objeto, desde que obviamente esse possua alguma comunicação com o processamento de Data.
A possibilidade de adotar a mesma arquitetura para qualquer Sistema ou Coisa, ou Tudo, com exatamente a mesma interface e protocolos, abre as portas para a máxima aquisição de dados, informações e inteligência do ambiente externo para o processamento de Data ou Big Data, e, como veremos mais adiante, como substrato para formação do Big Brain.
E se analisarmos os aspectos emocionais dos mercado como uma grande mente, podemos criar modelos onde a evolução do Big Brain nos conduz para uma super mente artificial, ou como chamarei, o Big Mind.
Mas antes que você imagine que a lógica de evolução cognitiva que apresentarei no livro aplica-se apenas para o mercado financeiro ou ainda mercado de capitais, proponho que ela seja estendida para todo e qualquer mercado, onde existam agentes econômicos, como por exemplo o mercado de energia, ou mercado de trabalho, ou ainda mercado de conteúdos na internet, como os próprios e-books.
Sem dúvida temos uma convergência cognitiva de seleção natural e competitividade nos mercados, buscando e elegendo os players ou investidores mais competentes.
O impacto dessa competência no mercado é extremamente significativo, pois pode-se considerar cada vez mais temerário, ou até irresponsável, não examinar e pensar com o máximo de detalhes antes, durante e depois de qualquer operação – ou transação, se você preferir – no mercado.
E a forma de medir esse impacto é monitorar a evolução cognitiva dos mercados nas mais variadas competições de players que fazem parte dele, identificando riscos e oportunidades de poucos vencedores dominarem as ciências cognitivas e seus resultados financeiros.

Veja mais em: https://www.amazon.com.br/Big-Mind-Unindo-artificial-s%C3%A1bios-ebook/dp/B072BDW4TF/ref=sr_1_2?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1493924324&sr=1-2

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